É uma sensação estranha, misturada com euforia, louca para que termine, mas ao mesmo tempo percebo que terei muitas saudades dessa etapa em minha vida, onde aprendi muito e fiz muitos amigos.
Quero trabalhar dois temas que acho de suma importância na educação:
1 PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM
Essa questão mexe muito comigo, pois os pais muitas vezes são omissos, não se preocupam com a caminhada escolar de seu filho, me assusta muito quando essa percepção já se encontra presente no primeiro ano, onde é a primeira etapa do Ensino Fundamental. Eles não compreendem que a presença efetiva da família é fundamental para o sucesso escolar do discente.
Como tem pais que querem participar e encontram resistência na própria escola, permitindo sua presença apenas em horário marcado.
Penso que o primeiro ano tem um papel fundamental nessa questão fazendo com que a família se aproxime da escola, criando oportunidades, fazendo com que os pais se sintam parte desse contexto. Mostrando para a instituição escolar a importância deles no processo pedagógico.
A educação se constrói através do coletivo, esse tipo de vivência tivemos na trajetória do curso de Pedagogia. A construção do conhecimento engloba o comprometimento dos pais, da instituição, do professor e sem dúvida do aluno.
2 A APRENDIZAGEM É CONSTRUÍDA ATRAVÉS DE VIVÊNCIAS SIGNIFICATIVAS
Penso que o primeiro ano precisa ser repleto de vivências, pois a aprendizagem fica mais sólida quando o aluno faz parte desse contexto, interagindo com o objeto. Quanto mais movimento, mais aprendizado. Não vejo um ambiente que aguce, estimule o conhecimento quando as crianças passam a maior parte do tempo inerte, imóvel, sentadas . Criança calada não é sinal de que está entendendo, ela precisa interagir com os colegas, refletir, tomar uma posição diante a uma questão e não vejo como fazer isso, no silêncio. Como vivenciamos com as Arquiteturas Pedagógicas, onde estávamos em grupos, refletindo, questionando, sendo questionadas, a prendendo a respeitar a opinião do outro é dessa forma que aprendemos, tendo uma postura diante de uma situação. Precisamos desenvolver esse habito em nossos alunos, fazer com que eles aprendam a pensar por si mesmo, uma tomada de consciência, diante de uma situação, nesse momento estamos preparando nosso aluno para a vida, aprendendo a lutar pelos seus direitos, mas nunca deixando de respeitar o dos outros.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
I Fórum Municipal de Informática:
Foi nos oferecido pela Secretaria Municipal de Sapiranga nos dias:17/08 e 18/08.
No primeiro dia 17/08, terça-feira, tivemos como palestrante o Sr Jarbas Novelino Barreto,
com o Tema: Em Educação a Era da Tecnologia é o Professo . Definiu a tecnologia como uma ferramenta para ser explorada com imaginação;que buscar informações exige desafios que engajem a pessoa no processo de busca ( tarefas interessantes, boas fontes);descobrir informações através da leitura e não pergunta objetiva, onde o aluno encontra fácil no google;Uma das falas que achei incrível e lembrou bem o processo pela qual esteve presente na nossa caminhada académica." A construção do conhecimento não é ato individual, mas empreendimento de muitos sócios"
No segundo dia 18/08, quarta-feira,tivemos abrilhantando a palestrante: Sr Regina de Oliveira Heidrich, com o Tema: Inclusão nas Escolas, utilizando a informática.Algumas de suas falas:
Inclusão é combinação, compreensão e envolvimento; a inclusão depende do comprometimento da escola na busca de soluções; a modificação não é somente nas istalações físicas, mas em todo o contexto escolar e principalmente nas atitudes das pessoas;
Pudemos conhecer pessoas que são epeciais, com sua história de conquista que muias vezes nós ditos normais não somos capazes de tal feito: Ex: Portador de Paralisia Cerebral, na universidade, uma pessoa cega tocando vários instrumentos.Foi uma lição de vida incrível.
Recursos usados para ajudá-los a avançar.Foi apresentado a parceria da Feevale, em projetos muito interessantes de inclusão.Foi falado das barreiras que inicia no próprio lar, depois na escola e se não bastasse, os pais dos colegas não aceitam o fato de seu filho participar de uma mesma classe onde exista uma criança especial.
Tivemos também nossa querida Carol, que falou dentre muitas coisas sobre o ambiente Rooda.
Um professor da UFRGS, falando dos cursos a distância e de sua credibilidade.
Tivemos oficinas e as escolas trouxeram um pouco do uso da tecnologia em seu meio.
Achei muito interessante, pois quando cheguei em um dos baners, não encontrei ninguém para falar sobre os mesmos de repente surgiu duas crianças bem pequenas falando muitas coisas de sua vivência, achei muito importante ouví-las e sem dúvida a mais interessante e criativa.
"A omissão é um pecado que se faz não fazendo"
" Pelo que fizeram se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos"
Padre Antônio Vieira
No primeiro dia 17/08, terça-feira, tivemos como palestrante o Sr Jarbas Novelino Barreto,
com o Tema: Em Educação a Era da Tecnologia é o Professo . Definiu a tecnologia como uma ferramenta para ser explorada com imaginação;que buscar informações exige desafios que engajem a pessoa no processo de busca ( tarefas interessantes, boas fontes);descobrir informações através da leitura e não pergunta objetiva, onde o aluno encontra fácil no google;Uma das falas que achei incrível e lembrou bem o processo pela qual esteve presente na nossa caminhada académica." A construção do conhecimento não é ato individual, mas empreendimento de muitos sócios"
No segundo dia 18/08, quarta-feira,tivemos abrilhantando a palestrante: Sr Regina de Oliveira Heidrich, com o Tema: Inclusão nas Escolas, utilizando a informática.Algumas de suas falas:
Inclusão é combinação, compreensão e envolvimento; a inclusão depende do comprometimento da escola na busca de soluções; a modificação não é somente nas istalações físicas, mas em todo o contexto escolar e principalmente nas atitudes das pessoas;
Pudemos conhecer pessoas que são epeciais, com sua história de conquista que muias vezes nós ditos normais não somos capazes de tal feito: Ex: Portador de Paralisia Cerebral, na universidade, uma pessoa cega tocando vários instrumentos.Foi uma lição de vida incrível.
Recursos usados para ajudá-los a avançar.Foi apresentado a parceria da Feevale, em projetos muito interessantes de inclusão.Foi falado das barreiras que inicia no próprio lar, depois na escola e se não bastasse, os pais dos colegas não aceitam o fato de seu filho participar de uma mesma classe onde exista uma criança especial.
Tivemos também nossa querida Carol, que falou dentre muitas coisas sobre o ambiente Rooda.
Um professor da UFRGS, falando dos cursos a distância e de sua credibilidade.
Tivemos oficinas e as escolas trouxeram um pouco do uso da tecnologia em seu meio.
Achei muito interessante, pois quando cheguei em um dos baners, não encontrei ninguém para falar sobre os mesmos de repente surgiu duas crianças bem pequenas falando muitas coisas de sua vivência, achei muito importante ouví-las e sem dúvida a mais interessante e criativa.
"A omissão é um pecado que se faz não fazendo"
" Pelo que fizeram se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos"
Padre Antônio Vieira
segunda-feira, 21 de junho de 2010
PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM
Essa questão mexe muito comigo, pois os pais muitas vezes são omissos, não se preocupam com a caminhada escolar de seu filho, me assusta muito quando essa percepção já se encontra presente no primeiro ano, onde é a primeira etapa do Ensino Fundamental. Eles não compreendem que a presença efetiva da família é fundamental para o sucesso escolar do discente.
Como tem pais que querem participar e encontram resistência na própria escola, permitindo sua presença apenas em horário marcado.
Penso que o primeiro ano tem um papel fundamental nessa questão fazendo com que a família se aproxime da escola, criando oportunidades, fazendo com que os pais se sintam parte desse contexto. Mostrando para a instituição escolar a importância deles no processo pedagógico.
A educação se constrói através do coletivo, esse tipo de vivência tivemos na trajetória do curso de Pedagogia. A construção do conhecimento engloba o comprometimento dos pais, da instituição, do professor e sem dúvida do aluno.
Como tem pais que querem participar e encontram resistência na própria escola, permitindo sua presença apenas em horário marcado.
Penso que o primeiro ano tem um papel fundamental nessa questão fazendo com que a família se aproxime da escola, criando oportunidades, fazendo com que os pais se sintam parte desse contexto. Mostrando para a instituição escolar a importância deles no processo pedagógico.
A educação se constrói através do coletivo, esse tipo de vivência tivemos na trajetória do curso de Pedagogia. A construção do conhecimento engloba o comprometimento dos pais, da instituição, do professor e sem dúvida do aluno.
domingo, 13 de junho de 2010
"a era tecnológica está cada vez mais fazendo com que o nosso aluno se interesse menos pela escola, pois ela está sempre muito fora da realidade"
Não devo ter me expressado bem, pois quis dizer que a escola não acompanha a Tecnologia, muitas vezes ao invés de usa la a favor do conhecimento ela proíbe.Um exemplo é o celular que segundo normas do regimento escolar não pode ser trazido para a aula. Mas é do interesse das crianças e jovens. Se foce utilizado para a construção da aprendizagem, seria um instrumento mais útil, pois todos sabem que é proibido, mas nem por isso deixam de usa lo.
Não devo ter me expressado bem, pois quis dizer que a escola não acompanha a Tecnologia, muitas vezes ao invés de usa la a favor do conhecimento ela proíbe.Um exemplo é o celular que segundo normas do regimento escolar não pode ser trazido para a aula. Mas é do interesse das crianças e jovens. Se foce utilizado para a construção da aprendizagem, seria um instrumento mais útil, pois todos sabem que é proibido, mas nem por isso deixam de usa lo.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
ESTÁGIO.......
Estava com muito medo das visitas, não que não acredite no meu trabalho, ou pense que não sou capaz, bem pelo contrario, amo muito o que faço, procuro fazer todos os cursos que o município nos disponibiliza e olha que não são poucos.Recentemente conclui um do Pró-Letramento em matemática de 180h, já havia feito o de português com a mesma carga horária. Acredito que o professor precisa se aperfeiçoar e se atualizar constantemente para fazer um bom trabalho com seus alunos.
Voltando a questão do estágio, penso que até foi bom as visitas, pois preciso sanar esse pânico e a professora e tutora foram muito queridas me deixando bem a vontade. Quando elas chegaram estava mesmo saindo do refeitório e indo para a horta levar as cascas de frutas consumidas pelos alunos. Respirei fundo, continuei minha aula como se elas não estivessem presentes, pois se me ativesse a esse fato, me atrapalharia toda e a aula seria um desastre nem meus alunos e nem a professora tem culpa do meu jeito, preciso procurar uma forma de me libertar desses medos e angustias, pois tem tanta gente que passa a vida toda insatisfeita com o seu trabalho e eu preciso agradecer muito, pois fui fazer magistério bem mais velha, depois de meus filhos grandes, iniciei a graduação no mesmo ano e sou realizada profissionalmente, não me vejo em outra profissão se não essa, que me encanta, me fascina e eu aprendo muito mais que ensino com a história de vida de meus alunos.
Voltando a questão do estágio, penso que até foi bom as visitas, pois preciso sanar esse pânico e a professora e tutora foram muito queridas me deixando bem a vontade. Quando elas chegaram estava mesmo saindo do refeitório e indo para a horta levar as cascas de frutas consumidas pelos alunos. Respirei fundo, continuei minha aula como se elas não estivessem presentes, pois se me ativesse a esse fato, me atrapalharia toda e a aula seria um desastre nem meus alunos e nem a professora tem culpa do meu jeito, preciso procurar uma forma de me libertar desses medos e angustias, pois tem tanta gente que passa a vida toda insatisfeita com o seu trabalho e eu preciso agradecer muito, pois fui fazer magistério bem mais velha, depois de meus filhos grandes, iniciei a graduação no mesmo ano e sou realizada profissionalmente, não me vejo em outra profissão se não essa, que me encanta, me fascina e eu aprendo muito mais que ensino com a história de vida de meus alunos.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Que experiências essa palestra te mobilizou? O que pensaste sobre teu trabalho de estágio ao ouvir o palestrante?
Penso que apesar de ter muito o que aprender estou no caminho certo, propiciando ao meu aluno construir seu conhecimento através de vivências significativas. Por outro lado, me vendo como aluna, sou um verdadeiro desastre, não consigo refletir na linha de trabalho que acredito. Sei que já aprendi muito, mas a nível de uma universitária, me questiono muito. Procuro com meus alunos fazer com que eles aprendam a se posicionar, a refletir sobre as coisas. Acredito que não tive essa oportunidade quando estava cursando o ensino básico e isso está refletindo hoje. O palestrante falou bastante sobre isso, antigamente era bom aluno quem tirava boas notas, sempre priorizando a decoreba, hoje sabe-se que o conhecimento é adquirido passando por vários estágios, que nem sempre quem tira as melhores notas é o mais inteligente, o ser criativo conta muito, saber falar, escrever de forma contextualizada. Na minha época a linha pedagógica traçada era extremamente tradicional, onde o aluno não podia colocar seus pensamentos, sua forma de ver as coisas, só o que o professor dizia era certo. O mundo está passando por várias modificações, a era tecnológica está cada vez mais fazendo com que o nosso aluno se interesse menos pela escola, pois ela está sempre muito fora da realidade. Quando a educação ver com outros olhos a modernidade, não como empecilho, mas como aliada para a construção do aprendizado dos alunos teremos mais sucesso nessa jornada.
Penso que apesar de ter muito o que aprender estou no caminho certo, propiciando ao meu aluno construir seu conhecimento através de vivências significativas. Por outro lado, me vendo como aluna, sou um verdadeiro desastre, não consigo refletir na linha de trabalho que acredito. Sei que já aprendi muito, mas a nível de uma universitária, me questiono muito. Procuro com meus alunos fazer com que eles aprendam a se posicionar, a refletir sobre as coisas. Acredito que não tive essa oportunidade quando estava cursando o ensino básico e isso está refletindo hoje. O palestrante falou bastante sobre isso, antigamente era bom aluno quem tirava boas notas, sempre priorizando a decoreba, hoje sabe-se que o conhecimento é adquirido passando por vários estágios, que nem sempre quem tira as melhores notas é o mais inteligente, o ser criativo conta muito, saber falar, escrever de forma contextualizada. Na minha época a linha pedagógica traçada era extremamente tradicional, onde o aluno não podia colocar seus pensamentos, sua forma de ver as coisas, só o que o professor dizia era certo. O mundo está passando por várias modificações, a era tecnológica está cada vez mais fazendo com que o nosso aluno se interesse menos pela escola, pois ela está sempre muito fora da realidade. Quando a educação ver com outros olhos a modernidade, não como empecilho, mas como aliada para a construção do aprendizado dos alunos teremos mais sucesso nessa jornada.
CONCURSO DE FOTOGRAFIAS

Foi muito divertido a seleção de fotos, as crianças queriam colocar todas, mas segundo o regulamento, poderia concorrer apenas uma por aluno. Eles ficaram encantadas com as teias de aranha, com o orvalho da manhã ficou bem visível. Sei que muitas fugiram ao tema que era A Sapiranga que eu vejo, mas não faz mal o importante é participar e eles estavam tão animados com a proposta. Minha turma já tinha uma certa experiência, pois des do início do ano estão tirando fotos de todas as aventuras do primeiro ano. Penso que foi muito bom para eles, lembro que no início do ano letivo, não sabiam nem segurar a máquina, hoje eles estão mais seguros e tirando fotos lindas! Tenho muito orgulho desses meus aluninhos.
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