segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

RELATO FINAL...

Um sonho realisado, cursar uma universidade na UFRGS, quanta bagagem de conhecimento adquirido nesse curso de Pedagogia. Eu era apenas uma dona de casa tendo os afazeres domesticos como meta de vida. Derrepente, de um ano para o outro me tornei uma docente, universitária e para completar tendo a tecnologia. Foram muitos desafios, não sabia nem ligar o computador; fui nomeada para a efetiva função docente, precisaria aprender a dar aula, pois por mais que façamos magistério é na experiência do dia a dia, vivenciando os impaces que aprendemos o o fício, o que me ajudou muito foi a faculdade que foi me dando uma base sólida
,pois iniciei a docência junto com o curso de Pedagogia. As interdisciplinas foram fundamentais para todo o processo, nós levaram a pensar, refletir sobre a nossa ação docente e trataram de temas transversais de suma importância para a nossa formação pedagógica. As questões étnicas e a inclusão são desafios que constantemente vivenciamos no ambiente escolar e precisamos estar preparados para lidar com esse tipo de situação. “As interações construídas no cotidiano de sala de aula nos permitem situar a Educação Inclusiva na teia da vida” . ( Anna Maria Lunardi Padilha )
A tecnologia inova qualquer aula. Quando iniciei o curso não sabia nem ligar o computador, hoje auxilio meus alunos e seus familiares e se não fosse essa vivência, jamais estaria propiciando meus alunos com essa ferramenta maravilhosa para a construção do conhecimento.
Meus alunos adoraram poder tirar fotos, pois tinha alguns que nunca viram uma câmera digital de perto, e oportunizar a aprender a usá-la foi maravilhoso para eles. Nas saídas de campo, os pais ficaram impressionados com os filhos tirando fotos. Um deles me perguntou: Você não tem medo que deixem cair?Falei para eles que estão acostumados. Os escrevi para o concurso de fotografias, as fotos ficaram lindas! As crianças precisam só de estímulo;
A Lúdicidade nos mostrou o quanto é importante a criança construir seu conhecimento através do brincar, nesse momento, da brincadeira livre é que o professor pode detectar alguma inquietação e descobrir o porquê do rendimento escolar muitas vezes não ser satisfatório.
Com o jogo podemos estimular o conhecimento em qualquer área e com o primeiro ano o lúdico precisa estar presente sempre.
Com a interdisciplina de Música, pensei que para o professor levar a música para sua sala, ele precisava saber cantar. Hoje, através das vivências propiciadas pela disciplina em questão, vejo que basta querer e permitir que ela entre em nossos corações que o resto flui normalmente. Podemos ter presente uma forma de estimular a criação, desenvolver a oralidade e sem dúvida quem não gosta de uma aula onde a canção está presente, motiva qualquer aprendizado;
A cadeira de Teatro, como foi importante, pois os pequenos aprendem muito mais com o movimento, eles criam de forma espontânea e as “esquetes” vivenciei com esta interdisciplina.
Literatura O jogo de faz - de conta constitui-se uma atividade infantil na qual as crianças, sozinhas ou em grupo, procuram compreender o mundo e as ações humanas nas quais se inserem. Estimula a oralidade, o raciocínio a imaginação e é fundamental para o desenvolvimento do aluno nas séries iniciais.
Com a interdisciplica de Matemática, pude perceber que podemos fazer com que nosso aluno construa seu aprendizado e compreenda coisas que eles iriam dar –se conta bem mais tarde e que nós podemos propiciar essa construção gradativamente, quando eles forem questionados sobre isso, será bem mais fácil.
Com a interdisciplina de Estudos Sociais, pude conhecer uma forma concreta dos alunos fazerem relação do tempo e o espaço. Tenho em minha sala um varal, onde todos os dias questiono meus alunos sobre os dias da semana, é feito oralmente, depois é colocado as fichas na corda, além deles estarem se dando conta da grafia do número.
Foi uma caminhada muito rica, onde pude perceber a importância do professor na vida de uma criança.
Hoje me encontro convicta que estou no caminho certo, acredito que não é facíl ser professor, precisamos estar certa de nossa escolha, pois ela pode comprometer vidas, sonhos. Na minha caminhada discente, na infância, tenho experiêncas muito tristes, onde carrego marcas até hoje.
Pude perceber o verdadeiro professor no magistério e agora no ensino superior, onde me mostraram que a ecenssia do professor não está nas suas palavras mas sim nas atitudes.
Esses mestres que quero me espelhar. Hoje acredito mais em mim, pois tive professores que me mostraram que sou capaz.
Quero agradecer a toda a família PEAD, que de uma forma ou de outr se fizeram presente em toda a minha cominhada, e se hoje me percebo melhor, devo tudo isso a esse grupo.

PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

Essa foi a apresentação que a turminha fez para os pais. As roupas de animais foi uma mãe quem fez. Olha, não tive nenhuma participação, como nós estamos nos encontrando uma vez por semana, as mães se organizaram quanto a vestimenta.
Acredito que os pais querem se fazer presentes na caminhada escolar dos filhos, mas não sabem de que forma agir, pois muitas vezes a própria escola atrapalha esse processo, colocando barreiras para essa aproximação, tendo dia e hora pré estabelecidas. Por mais que exista normas, os pais precisam participar e sentir-se acolhidos pela escola, para que possamos fazer um trabalho integrado, visando não apenas o cognitivo, mas o lado afetivo.
Precisamos construir laços desde o início do ingresso da criança no núcleo escolar, não apenas com ela, mas com a instituição familiar na qual faz parte. Quando temos esse apoio tudo flui melhor, essa parceria pode auxiliar em transformações muito importantes para toda a comunidade. Quando propormos uma educação, onde a família possa realmente participar ativamente, dando idéias, ajudando em tudo o que a escola realmente precisa, teremos uma nova realidade. Seria demagogia acreditar que teríamos cem por cento de participação, mas da forma em que está não pode continuar, não podemos fechar os olhos para uma problemática dessa dimensão, onde no primeiro ano, temos menos da metade dos pais presentes em uma reunião, como será quando estiverem no final do Ensino Fundamental, porque isso é fato, diminui gradativamente a participação à medida que a criança vai indo para os anos seguintes, quando tiverem terminando o Ensino Fundamental, isso se não parar no meio do caminho, se a família não estimula, eles acabam desmotivando-se.
Quando conseguirmos que a família se comprometa e participe da educação integral de seu filho, nesse dia, estaremos caminhando para um mundo melhor, onde exista pessoas menos individualistas e mais humanas, capazes de olhar o outro, como gostaria de ser visto, deixando de imperar o egoísmo e a ganância para imperar o respeito e o amor ao próximo. Os maus exemplos deixam marcas que podem durar para sempre, e se no seio familiar essa criança não encontra, carinho, mas somente humilhação, refletirá em suas ações. Como o professor poderá falar para ela que isso ou aquilo é errado se é dessa forma que é tratada. Fica muito difícil para a escolar, pois ela não avançará se seu lado afetivo estiver comprometido.
Penso que o primeiro ano tem um papel fundamental nessa questão fazendo com que a família se aproxime da escola, criando oportunidades, fazendo com que os pais se sintam parte desse contexto. Mostrando para a instituição escolar a importância deles no processo pedagógico.
A educação se constrói através do coletivo, esse tipo de vivência tivemos na trajetória do curso de Pedagogia. A construção do conhecimento engloba o comprometimento dos pais, da instituição, do professor e sem dúvida do aluno.

VIVÊNCIAS COM O PRIMEIRO ANO


Olha que fofos!
Procuro propor atividades que vá ao encontro das espectativas da turma. A criança aprende através da interação com o meio.
Tivemos muitas aventuras no decorrer deste ano. Essa foto foi um teatro que apresentamos para os segundos e primeiros anos da escola
e também para os pais que tem participado efetivamente de todas as propostas pedagógicas . A peça foi: O coelhinho que não queria estudar. Ele se mete em muitas confusões por não saber ler. É muito interessante o conteúdo e trata da realidade das turmas em questão.
Penso que a expressão é muito importante, procuro estimular constante mente através da dança, do teatro, até mesmo na entrega de recados. No início do ano a direção falava para que eu mandasse um bilhete, pois muitas vezes eles não conseguiam se fazer entender, custei a fazer com que a escola compreendesse que eram etapas e precisamos ajudá-los e um bilhete não estará colaborando. Com o tempo as crianças foram desenvolvendo uma autonomia tão grande que quando pediam algo e não tinha, eles mesmos optavam por outro material, solucionando o problema.
Fiquei tão feliz de um comentário feito pela professora que tem contato uma vez por semana com eles ( Filosofia) __ Como a turma da professora Simone é criativa, posssui uma autonomia que não encontramos nos outros primeiros anos. Fiquei tão feliz com o resultado e orgulhosa dos meus pequenos.
Acredito que precisamos ter outra postura para ajudarmos nosso aluno no primeiro ano. Muitos professores estão apenas achando que deixarem as crianças brincarem é o importante. É fundamental o lúdico em todas as etapas do ensino fundamental, mas precisamos propor vivências significativas onde eles possam experiênciar e construir uma visão de mundo de acordo com a compreensão deles e não o que acredita o professor.
A construção do conhecimento sendo fundamentada na interação que a criança faz com o meio, a reconstrução feita pela visão que tem, através de vivências significativas. Partindo de assuntos do interesse dos alunos, onde a ideias da aprendizagem se dá somente quando o professor a transmite é totalmente equivocada, principalmente quando acreditamos que ela só é possível na imobilidade, criança é movimento, e é através dele que se revela.
Acredito que os pais querem se fazer presentes na caminhada escolar dos filhos, mas não sabem de que forma agir, pois muitas vezes a própria escola atrapalha esse processo, colocando barreiras para essa aproximação, tendo dia e hora pré estabelecidas. Por mais que exista normas, os pais precisam participar e sentir-se acolhidos pela escola, para que possamos fazer um trabalho integrado, visando não apenas o cognitivo, mas o lado afetivo.
Precisamos construir laços desde o início do ingresso da criança no núcleo escolar, não apenas com ela, mas com a instituição familiar na qual faz parte. Quando temos esse apoio tudo flui melhor, essa parceria pode auxiliar em transformações muito importantes para toda a comunidade. Quando propormos uma educação, onde a família possa realmente participar ativamente, dando idéias, ajudando em tudo o que a escola realmente precisa, teremos uma nova realidade. Seria demagogia acreditar que teríamos cem por cento de participação, mas da forma em que está não pode continuar, não podemos fechar os olhos para uma problemática dessa dimensão, onde no primeiro ano, temos menos da metade dos pais presentes em uma reunião, como será quando estiverem no final do Ensino Fundamental, porque isso é fato, diminui gradativamente a participação à medida que a criança vai indo para os anos seguintes, quando tiverem terminando o Ensino Fundamental, isso se não parar no meio do caminho, se a família não estimula, eles acabam desmotivando-se.
Quando conseguirmos que a família se comprometa e participe da educação integral de seu filho, nesse dia, estaremos caminhando para um mundo melhor, onde exista pessoas menos individualistas e mais humanas, capazes de olhar o outro, como gostaria de ser visto, deixando de imperar o egoísmo e a ganância para imperar o respeito e o amor ao próximo. Os maus exemplos deixam marcas que podem durar para sempre, e se no seio familiar essa criança não encontra, carinho, mas somente humilhação, refletirá em suas ações. Como o professor poderá falar para ela que isso ou aquilo é errado se é dessa forma que é tratada. Fica muito difícil para a escolar, pois ela não avançará se seu lado afetivo estiver comprometido.

sábado, 11 de dezembro de 2010

BANCA FINAL....

Estava apavorada, por mais que estivesse acostumada com as Bancas do final de semestre, essa, por ser a última, foi a mais difícil. Me preparei, montei minha apresentação com bastante antecedência, mesmo assim, na hora me deu pânico.
Tive uma surpresa muito boa, parte de minha família veio me dar apoio, eles apareceram no Polo, para mostrar que estavam torcendo por mim e muito felizes pela minha conquista.Meu pai não sabia o que era a 'BANCA', mas estava convicto da importância dessa etapa para minha formação profissional.
A professora Ana e a tutora Cátia, me deram apoio, não só a mim, mas a todo o grupo.
Muito do sucesso do aluno depende da postura do docente. Elas cobraram muito de nós, fazendo com que déssemos o máximo possível, mas nunca deixando de se preocupar em como estávamos. Pensando não apenas na parte cognitiva, mas também na afetiva. Tendo um olhar especial a cada uma de nós. Nunca irei esquecer essa fase de minha vida, pois esses profissionais mostraram não apenas em palavras mas em gestos como é importante a forma que lidamos com nossos alunos.
Espero ser capaz de ter essa postura com meus alunos, pois o professor é o espelho do aluno, não adianta dizer uma coisa e fazer outra, a criança observa tudo.
Penso que aprendemos muito em todos os semestre, um crescimento que levaremos para a nossa vida e que muito nos ajudará para sermos cada vez melhor como pessoa.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

BLOOG...

Penso que nesses quatro anos, essa ferramenta representou meu diário, onde coloquei muito do que sou e penso. Por mais que tenha sido exaustivo ter que publicar algo todas as semanas, serviu de base para meu crescimento, tanto cognitivo como afetivo.
Hoje percebo que aprimorei muito minha escrita, pois tinha muita dificuldade de colocar o que penso de forma contextualizada. Sei que preciso melhorar muito, mas consegui progredir bastante.
Sou uma pessoa mais otimista, consigo acreditar mais em meu potencial, apesar da insegurança estar presente em minha vida, procuro enfrentar os novos desafios com mais tranqüilidade.
Acredito que essa interação proposta pelo curso, nos ajudou a melhorar muito em nossa profissão, nele usamos para colocar as aprendizagens obtidas nas interdisciplinas, nossas angústias e nossas alegrias, como se fosse um caderno de anotações importantes.
Hoje o percebo dessa forma, um local onde podemos nos expressar.Sermos autores e coautores da forma de ver e pensar o mundo.Observando minhas postagens nos primeiros semestres percebo que consegui me aprimorar. Desenvolver melhor os assuntos, ter uma visão mais crítica sobre as coisas. Penso que as leituras feitas durante o percurso do curso, as trocas de saberes com as colegas, as aulas presenciais e a distância me ajudaram muito em todo esse processo.
Todos os meios tecnológicos são ferramentas muito importantes para aprimorarmos nossa função docente, quanta coisa aprendi nesse curso, pois o iniciei apenas sabendo desligar o computador, câmera digital, minha filha tem a muito tempo, mas jamais tive interesse de saber como usá-la, até os controles do vídeo e televisão para mim não era importante, prefiria mexer direto no aparelho. Foram mudanças muito importantes na minha vida. Representando um avanço tecnológico muito positivo.
Penso que no decorrer do curso cresci como profissionalmente e também como pessoa. Percebo meus alunos de forma mais plena, valorizando cada avanço, pois encontrei professores que fizeram isso comigo, tiveram um olhar especial. O professor serve muitas vezes de referência para a vida da criança. Eu como adulta, tenho muitos espelhos para me espelhar e quero me esmerar muito para poder um dia ser tão boa quanto os que tive: na formação do magistério e na universidade, pois os que caminharam comigo na minha infância, não contribuíram muito na minha formação como pessoa, para eles só era visto com bons olhos os mais inteligentes, e como nunca fiz parte desse grupo, me sentia muito discriminada.
Como é bom perceber a educação como algo que se constrói embasados no amor e no respeito, em respeitar as diferenças, aceitando o outro e aprendendo com ele, numa troca constante de saberes.

domingo, 28 de novembro de 2010

MINHA PROPOSTA PEDAGÓCA COM RESPALDO TEORICO

Minha caminhada docente é bastante curta, tenho apenas quatro anos de experiência na área.
Sofri muitas críticas por parte de colegas devido a minha ação pedagógica. Pensava em vários momentos estar errada, pois as pessoas que lançavam comentários negativos a respeito de meu trabalho eram profissionais que estão atuando no ofício a bastante tempo. Tenho como defesa em meu TCC, as vivências, como tal, jamais poderia deixar de levar em conta, apesar desses professores não terem formação universitária eles possuem um conhecimento muito grande devida a experiência.
Porém, na minha caminhada acadêmica pude perceber que estava no caminho certo, tendo lido muitas colocações de verdadeiros mestres como: Freire, Piaget, Decroly. etc. Percebo a educação sendo bem mais ampla que um quadro e classes, não concordo com a forma de agir, de pensar de muitos colegas, mas também sei que eles não mudarão sua linha pedagógica. Acredito muito nos cursos de atualização e aperfeiçoamento, almejando uma melhoria na formação profissional dos profissionais, pena que apesar dos esforços da Secretaria de Educação, são poucos que mostram interesse em frequentar. Quantas vezes ouvi comentários:___ Não preciso aprender mais nada, já sei o suficiente, ou ___ Para que participar, para ouvir besteiras!
Uma visão alienada, bem Behaviorista.
Penso que um bom profissional precisa: não ter vergonha de admitir que não sabe, que está sempre pronto a novos desafios e que sem dúvida, ame muito o que faz.

domingo, 21 de novembro de 2010

ESTAMOS NA RETA FINAL.....

Nossa como foi intenso tudo o que vivenciamos, aprendemos com a interação do grupo.
Para mim esse curso representa bem mais que o aperfeiçoamento em meu ofício. Percebo que mudei como pessoa, aprendi a lidar com meus medos, pude observar que todas as pessoas têm receios, basta saber lidar com eles para que não tenha uma proporsão maior que a realidade em questão.
Fiz muitos amigos, pessoas que pude ter o praser de conviver, e se não fosse o curso, quem sabe, nunca teria conhecido.
Tutores maravilhosos no Polo: a Celi, Bete,Cheila quanta paciência tiveram que ter comigo no início do curso, pois não conseguia fazer nada, não tinha nenhum conhecimento quanto a informática.
E as tutoras à distância, com um destaque mais que especial na dedicação da Simone Bicca, muito dos meus progressos devo a ela que nunca desistiu de mim, quantas madrugadas, perdendo sono tentando me ajudar, essa menina vale ouro!
A professora Ana, tem sido maravilhosa, mostrando para mim a todo o momento que sou capaz, me estimulando a ir em frente. Quero um dia poder ser como ela, vou me espelhar na sua conduta para crescer como pessoa e profissionalmente.
A tutora Cátia, tem me auxiliado muito em todos os momentos, não medindo esforços para eu dar o meu melhor.
Enfim, toda a família PEAD, colaborou muito para o meu crescimento pessoal e profissional.

sábado, 13 de novembro de 2010

TCC

Estava apavorada no início, pois não sabia como começar. Haviam muitas dúvidas.
Meu TCC, procura detectar:
Como as vivências significativas e a participação da família poderão influenciar no desenvolvimento integral do aluno.
Penso que a vivência representa a base sólida para a construção do conhecimento. A interação com o meio é fundamental para a aprendizagem e a família é peça fundamental nesse processo. Bem como, o professor e o aluno.
O processo de alfabetização pode ser representado por um tripé:
O professor que propicia;
A família que apoia;
E sem dúvida, a vontade que o aluno tem de aprender;
O que nós professores precisamos estar atentos é que o estímulo é fundamental e em se tratando de crianças o lúdico precisa estar presente sempre. Até mesmo nós adultos, gostamos de ser presenteados com momentos lúdicos, quando precisamos participar de alguma palestra, curso, como é bom quando não é apenas verbalmente, quando somos incentivados a interagir, a participar. Quando o palestrante não apenas expõe, mas passa de forma atrativa sua mensagem.
Gostei muito da proposta presente na Escola da Ponte, como aquelas crianças tem autonomia, responsabilidade, retratando o olhar diferente que eles percebem a escola, diferente da nossa realidade.
O construtivismo existe apenas no PPP, onde é usado termos bonitos, ideias inovadoras que parecem ser esquecidada no dia a dia de sala de aula.
Creio que os cursos de atualização e aperfeiçoamento são fundamentais, mas nada adianta se o professor não mudar sua postura diante de seus alunos.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

ESTÁGIO


Foi uma experiência maravilhosa, pude perceber que podemos possibilitar a nosso aluno várias vivências, onde ele possa interagir em seu meio, fazendo uma reeleitura de mundo.Acredito muito nos projetos, com os pequenos procuro envolver temas com uma semana de trabalho. Gosto muito de projetos alusivos a datas importantes, mas claro, as que os alunos dessa faixa etária possam interagir e compreender.Em todos os projetos que tenho trabalhado existe a participação da família. Iniciamos com a criação da página, onde a família vai interagir com seu filho. Para garantir a participação de todos. No dia da primeira reunião do ano letivo levei essa proposta para os pais, onde uma vez por semana ( terça ou quarta ) seriam avisados mediante bilhete qual seria a meta da semana.Uma coisa que é bom salientar que abri um leque de possibilidades onde poderia participar irmãos maiores que 12 anos, tia, tio, avô, avó, madrinha, os pais, enfim, alguém que possuísse uma ligação afetiva com a criança, pois entendo que os pais trabalham. No primeiro momento foi bastante complicado, pois tinha alguns familiares que tinham pouco ou nenhuma experiência com o computador, como tinha outros que foi bem fácil. Levamos duas aulas para concluir o trabalho, mas conseguimos.Depois fizemos o concurso dos ninhos de sucata, dentro do Projeto Páscoa, onde alguém da família veio à escola para confeccionar com o aluno o ninho. As crianças que não tiveram nenhuma representação foram ajudadas pelos familiares dos outros colegas e por mim. Foi muito interessante observar a motivação deles, percebo que estão construindo uma relação de amizade e isso é muito importante para as crianças. Meu objetivo não era que tivesse ganhador, e sim, a participação, mostrar que podemos reaproveitar muito do que jogamos fora. Não teve um vencedor, mas sim, todos, que participaram, levando um singelo presente.. Percebi que aquela tarde os pais e crianças saíram satisfeitos com o resultado.No Projeto Famílias confeccionaram os bonecos, essa foi sugestão do Crediné, pois levei um deles na Banca, e expliquei que as crianças se apegavam muito a ele durante todo o ano, pois eles interagem, formando palavrinhas. Os mesmos estão de uniforme, para além da proposta da alfabetização lúdica, tem o fato deles fazerem parte de uma instituição. Foi tão interessante, pois um ajudou o outro e quem não conseguiu vir no dia mandou o boneco pronto, com o comprometimento da participação da criança na confecção.Esses estão com roupa de passeio. Agora quando falta, dobra a letra, temos essas outras para formarmos a palavrinha e no final do ano eles poderão levá-los para casa. São 26 bonecos, onde cada criança tem uma letra e a professora também, pois são 25 alunos e falta um boneco para formar o alfabeto completo.Tendo como base vivências significativas, onde o educando possa em ações concretas construir seu conhecimento. “Educação focada na criança, com o uso do material concreto” ( Maria Montessori).As crianças nessa fase estão, segundo Piaget, nas operações concretas, ou seja, não são capazes de assimilar o abstrato, precisando muito do concreto.Não adianta falarmos em ‘Lixo Orgânico, para os pequenos, eles precisam experiênciar.No dia 17/04, sábado, minha turma e seus familiares foram ao Centro Ambiental, puderam ter vivências muito significativas, onde tivemos dois profissionais abilitados explanando sobre cada local. Conhecemos o Relógio Medicinal ,ele é redondo, tem o corpo humano bem no centro ,onde estão marcados os horário certos para ser ingeridos cada chá.; as plantas nativas e as exóticas, função das mesmas; os Vivários, onde ficam as mudas;a Composteira; o Minhocário; a cozinha, onde são ministrado os cursos; as hortas.A importância de uma alimentação saudável, foi nos servido um lanche com suco de Capim Cidró e bolacha integral com Patê de Ervas; A reciclagem do óleo de cozinha que já foi utilizado que pode ser transformado em combustível e sabão.; e as pilhas conhecemos o boneco, onde são armazenadas as mesmas, feito de sucatas.O perigo para a natureza dos resíduos que podem sair da pilha ao contato com o solo.Foi nos explicado que uma pilha, não causa nenhum efeito, mas o problema é quando se multiplica , pois se cada pessoa jogar no solo, logo teremos toneladas, que apresentarão grave perigo para a população. Que com a cinza do fogão amarrados num pano, é um ótimo alvejante. Dentre as muitas coisas que tiveram acesso na visita, puderam observar a importância de ingerirmos uma alimentação saudável e puderam conhecer o processo da compostagem. Fizemos uma composteira na escola, onde todos os dias iremos recolher no refeitório cascas de frutas, verduras para que as crianças acompanhem e percebam a importância desse “ lixo orgânico” para termos um solo propício para o plantio de hortas e que podemos ao invés de jogarmos no lixo, termos em um pequeno espaço do quintal esse depósito, para se possível cultivarmos hortaliças e evitar que essa parte vá para a reciclagem.Na Usina de Reciclagem de Sapiranga existe um processo onde eles vão peneirando e esses dejetos são separados e processados para se transformarem em adubo.Fomos conhecer 9 família e alunos) a Usina de Reciclagem de nossa cidade, para que eles possam observar o que acontece com o “ lixo” que sai de suas casas, como se dá a reciclagem, a importância dela para a economia do município e para a natureza.Tivemos o Projeto Literário, pois na cidade tivemos a Feira do Livro, e o autor homenageado foi Pedro Bandeira. “Na “terça feira os pais foram á escola e apresentei uma de suas obras” O nome da gente”, após, os pais contaram para os demais a origem do nome de seu filho, o porquê de ter escolhido esse nome, fizemos um livro, com a participação de todos, os pais digitaram e as crianças fizeram a ilustração, a professora ajudou as crianças que estavam sem nenhum familiar. Esse aspecto é importante salientar, pois as próprias crianças pedem para quem os acompanha que ajude seu colega, acho um exemplo de solidariedade para com os colegas. A professora fez o convite para a família na informática, após discutirmos no grupo como iríamos confeccionar. Na sexta-feira, dia 23/04, a turminha foi na Feira do Livro, com os familiares.O Projeto Horta iniciou, à partir da visita ao Centro Ambiental, fizemos uma composteira, depois, nossa horta. Quero que eles dêem sugestões sobre o plantio. Depois que estavam no tempo de colher, fizemos bolo e suco, com a ajuda dos familiares. Esse projeto da horta será paralelamente com outros no decorrer do ano. ”A educação problematizadora trabalha a construção de conhecimentos a partir da vivência, de experiências significativas”( Paulo Freire).Quero levar essa proposta para a casa das crianças, onde iremos fazer os canteiros. As famílias terão que trazer para a escola relatos sobre o desenvolvimento dessas mudas,Tudo que vivenciarmos irá para a página, os pais estão empolgados, pois no dia que fomos para o Centro Ambiental estavam tirando fotos para anexar. Combinei com os pais que eles têm livre arbítrio para colocarem tudo que acreditem ser importante na página, porem, deixei claro que deve ser com a participação efetiva do aluno.Pretendo fortalecer os laços da escola com a família, onde os pais possam compreender a importância da participação e do comprometimento, em prol do educando.”Pedagogia Social”( Celestino Freinet )Acredito que o primeiro ano precisa ter a constante presença do lúdico; de vivências, pois eles precisam compreender através da interação com o meio;A alfabetização se dá através de experiências significativas e a família é peça fundamental nesse processo.

domingo, 24 de outubro de 2010

EXPERIÊNCIAS COM GRUPOS DE EJA:

Fomos fazer entrevista com uma turma de alfabetização de adultos na escola Ayrton Senna. Fiquei encantada com aquelas pessoas.Trabalhadores, mesmo depois de um dia de luta, não deixam de ir a escola. Quando chegamos, nos apresentamos, e lançamos a proposta para eles.Um deles nos questionou, a finalidade do trabalho.Foi muito bom perceber que aquelas pessoas além de aprenderem o código linguístico, estão sendo estimulados a questionar, a não aceitar as coisas sem lutar pelos seus direitos.Entrevistei um senhor, quando perguntei que tipo de aula que ele mais gostava, se era fora da sala de aula, ele logo falou- Não tem como aprender sem estar na sala, escrevendo.Estas palavras me chamaram a atenção.Eles percebem a construção da aprendizagem somente através da escrita, dos bancos escolares.Entrevistei uma senhora de 53 anos, que me falou que a melhor coisa do mundo era estudar, poder pegar um ônibus e saber ler para onde ele vai.Lembrei do documentário de Paulo Freire, nele teve um relato, dando importância a esse fato.Parece uma coisa tão simples que para eles tem muito significado, uma maior autonomia.
Não me via trabalhando com essa realidade de alunos, pois sempre pensei que seria muito difícil, com crianças existe uma gama maior de formas, recursos para atraí-las, estimulá-las. Com as pessoas adultas, precisa ser um trabalho tradicional. Com as vivência da interdisciplica de Alfabetização de Jovens e Adultos pude perceber que são pessoas maravilhosas e que podemos desenvolver trabalhos interessante. Podendo propor assuntos do dia-a- dia, onde eles possam desenvolver a criticidade, podendo ter mais autonomia, a apartir do momento que estão alfabetizados.

sábado, 16 de outubro de 2010

VIVENCIAS

Acredito muito na importância da interação com o meio, para a construção da aprendizagem.
A criança precisa vivenciar, experiênciar para poder refletir, formando uma opinião sobre o assunto.
Atuo com primeiro ano, e essa interação com o objeto é muito importante. Essa semana quando estávamos em baixo de uma árvore, levei-os para conhecer uma espécie linda, para que eles pudessem observar suas partes. Eles não tinham ideia do que era a raiz. Está árvore possui uma copa bem grande,com um tronco muito grosso e com parte de suas raízes para fora, foi uma alegria.Voltando a escola, como vivenciaram esse conhecimento, não tiveram nenhuma dificuldades em montar a árvore com suas partes.
De acordo com Piaget, o conhecimento não está no sujeito nem no objeto, mas ele se contrói na interação do sujeito com o objeto.
Está fala retrata nas ações vivenciadas, para produzir a capacidade de conhecer, resultando no conhecimento. A criança precisa interagir construir sua aprendizagem, estabelecendo sua própria forma de ver e de pensar sobre às coisa, reconstruindo, através de uma reflexão que ela fará sobre o que descobriu.
Não será a forma que o professor acredita, mas sim o ponto de vista dela.
Quando contamos uma história com a intenção que os alunos reflitam sobre , não podemos querer que nosso ponto de vista seja o mesmo da criança, não que ela não possa compreender, mas é uma percepção que teve sobre aquele assunto, uma construção feita por ela, nesse momento, está aprendendo
Penso que para podermos ter um futuro onde o aluno possa ser capaz de construir sua autonomia, respeitar a forma de ver e de pensar dos outros, incluir não excluir, tornar-se uma pessoa crítica e usa-lá em benefício de todos, não apenas em nome de seus interesses .
Precisamos, nós professores, refletirmos em nossas ações diárias e perceber que o comodismo, a intolerância e a falta de vontade, não nos ajudará em nada. Vamos ouvir nosso aluno, para podermos propor um aprendizado que vá realmente de encontro com as aspirações, os desejos dessas crianças estabelecendo significados, mostrando que podemos ser flexíveis e caminharmos juntos em busca de uma educação mais eficaz e prazerosa..

domingo, 10 de outubro de 2010

VIVÊNCIAS COM INCLUSÃO

Foi muito importante essa interdisciplina, pois trata de um assunto que podemos enfrentar em qualquer momento da nossa caminhada docente. Antes ficava em pânico só de pensar de poder um dia ter algum caso na minha turma. Hoje percebo que tinha essa postura porque não tinha nenhum preparo. Quando iniciei a contrução do Dossiê de Inclusão, comessei a prestar a atenção no meu entorno e me interessar por essa realidade. Foi maravolhoso as experiências que tive com o menino na qual fiz meu estudo de caso, percebi que ele possuia muitas limitações, mas que tinha muita força de vontade para superá-las.Conheci a mãe dele e ela me relatou o quanto teve que lutar para que seu filho pudesse ter dignidade, ser tratado com respeito .
Acredito que o professor precisa esstar preparado para receber essas crianças ditas especiais.
Estive muito perto de todo o trabalho feito pela professora do menino, como ela conseguia atendê-lo fazendo com que o resto da turma compreendesse e respeitasse esse colega. Acompanhei de perto a angústia da professora em pensar que o final do ano se aproxima e teria que tomar uma decisão quanto a aprovação ou reprovação dele. Por mais que ela saiba que não adianta deixar o menino mais um ano no segundo ano, ela pensa, como será que vai ser para essa criança que tem uma dificuldade enorme em comunicar-se. Ela mesma conta que levou tempo até encontrar uma forma de comunicação com ele. Como será essa nova etapa na vida dele, e esse vínculo que ele tem com a professora, pois foram dois anos de convivência.
Creio que será muito difícil, pois o menino não consegue acompanhar a turma esse ano, que é bem menos conteúdo, como será o ano que vem, que tipos de barreiras ele terá que enfrentar.
Percebo a dedicação e o amor dessa professora por ele, será que ele terá a mesma sorte com a nova professora?Pois acredito que muito do progresso do aluno depende do vínculo que ele tem com seu professor,a afetividade é um fator muito importante na relação do docente com o discente.

APRENDIZAGENS OBTIDAS COM O PA

Tivemos oportunidade de aprender muito com os trabalhos em PA, dos grupos formados a partir do interesse, dos assuntos em questão. Um em especial foi a respeito das Células Troncos, que
são células primárias encontradas em todos os orgnismos multicelulares que retêm a habilidade de se renovar por meio da divisão celular mitótica e que podem se diferenciar em uma vasta gama de células especializadas.

CLASSIFICAÇÃO POR POTENCIAIS

Células Tronco Totipotentes: São o produto das primeiras divisões de um óvulo fertilizado por um espermatozóide. Podem se diferenciar em células embriônicas e extraembriônicas.
Células Tronco Pluripotentes: São descendentes das totipotentes e podem se diferenciar em células de tecidos ou órgãos da qual não se originaram.
Células Multipotentes: São células que se diferenciam em tecidos ou órgãos específicos em que estavam situadas.
Células Oligopotentes: Podem produzir células dentro de uma única linhagem
Unipotentes: Produzem um único tipo celular maduro.

Informações muito importantes, pois trata-se de um assunto que renova a esperança, mas que muito precisa ser pesquisado para garantir sua eficácia.

VIVÊNCIAS COM O PA

No início, tivemos um pouco de dificuldades para encontrar o foco, pois nossa pergunta inicial ficou muito ampla, e como o assunto abrange um leque muito grande de possibilidades e é uma questão mundial o problema do lixo. Quando conseguimos, nos deparamos com outro impasse, que foi o fato de não podermos fazer a visita na Cetrisa, pois ela estava em reforma,mas não desistimos, fomos em busca de informações na Secretaria do Meio Ambiente e entrevistamos a pessoa responsável que nos deram informações muito precisas sobre o trabalho desenvolvido na usina de reciclagem.Essa foi somente uma das fontes, pois todos os integrantes do grupo se empenharam para buscar mais informações, através de entrevistas, pesquisa, encontrando o maior número de dados possível.Acredito que todas nós aprendemos um pouco mais sobre a questão do lixo e podemos nos posicionar sobre o assunto e até mesmo desenvolver em nossos alunos uma consciência maior frente a esta questão, com esse trabalho tivemos oportunidade de nos aprofundar mais no assunto , pois quando tu conhece melhor a questão tu consegue encontrar mais subsídios para enriquecer tua aula . Esse tema me agrada muito, porque gosto de trabalhos concretos onde leve meus alunos a interagir com o meio e compreendam as coisas através de ações.O grupo procurou trabalhar o mais unido possível, não tivemos muitas divergências de opiniões e quando surgião procuramos resolver o impasse através do diálogo e tudo acabava bem. A nossa maior dificuldade foi trabalhar em rede.Tivemos que marcar encontros para tocar nosso trabalho Confesso que a maior parte do trabalho foi feito nos encontros, a maioria das vezes foi na casa da Fabi, iamos até tarde tentando solucionar problemas e montar estratégias, por isso muitas vezes aparece o nome dela, porque falavamos e uma só digitava as informações . Também não foi possível o grupo estar sempre em todos os momentos juntos, não chegamos a dividir tarefas, mas algumas coisas teve a participação efetiva de todas ,outras, só de quem tinha disponibilidade, em nenhum momento foi falta de vontade e sim de tempo.Todos os integrantes tinham autonomia de editar a página acrescentar coisas novas, não houve nenhum desrespeito, sempre que uma colocava algo, deixava um recadinho no saidbar sempre tendo a delicadeza de deixar bem claro se agúem não concordasse podia modificar, alterar,etc.Foi muito bom conhecer novas ferramentas, pois nunca tinha acessado o MSN, na minha casa essa ferramenta é motivo de problemas se deixar minha filha passa o dia conversando com os amigos, ela riu muito quando teve que me ajudar a criar um para mim.Eu tive muita dificuldade de usar essa ferramenta, me atrapalhava toda, não conseguia colocar o que queria a pessoa que estava conectada comigo acabava não compreendendo o que eu queria dizer, era uma bagunça. Agora acredito que aos poucos vou conseguindo me apropriar dessa nova ferramenta. Algumas vezes tive problemas para acessar o MSN,outras vezes estava no computador e não lembrava de ficar onlay.Usamos o email, para nos comunicar, o wiki, eu e a Elci nos encontrava no caminho para a escola e sempre combinávamos algo em relação ao trabalho, a Fabi trabalha no turno oposto, mas na mesma escola, nos comunicávamos através de bilhetes no escaninho. Nem sempre eu conseguia usar o computador minha filha está se preparando para o vestibular, meu filho levava muitas vezes as planílhas da empresa para fazer em casa, sem contar o número de vezes que meu computador estragou.Procurei pedir ajuda para a professora e tutora quando estava com alguma dificuldade.Gosto muito de participar dos Fóruns,sempre que pude procurei me interar do assunto que estava sendo discutido e colocava minha opinião.Achei muito importante esse trabalho de PA, pois podemos vivenciar a importância do trabalho em grupo e de como é complexo, não é facíl, pois nos deparamos com opiniões que diferem, saberes novos, vivencias diferentes.Todo isso só vem a somar porque quando o projeto é envolvente, onde podemos contar com a cooperação, criatividade, iniciativa, interesse, esforço e comprometimento de todos que fazem parte o trabalho fica bem mais fácil.Tivemos muitos tropessos, choramos, nos descabelamos,mas concluímos nosso trabalho.Não sei se satisfatório mas com a consciência limpa que todos nós nos empenhamos em prol desse projeto.
Essa proposta foi muito interessante, podemos torná-la presente em nossa ação docente, é uma forma da criança interagir mais, causa um estímulo bem maior porque eles são responsáveis por todo o processo, até mesmo do assunto que querem desvendar. Dependendo a faixa etária o professor pode ir dando mais autonomia, com os pequenos, acredito que deva ser encontrado um assunto trabalhado no grande grupo. A pergunta norteadora precisa ser criada no coletivo. Em turmas maiores podemos fazer como vivênciasmos no curso.
Uma experiência maravilhosa, sem dúvida, quando útilizada o trabalho do professor ficará muito rico. Os alunos muito mais preparados para enfrentar o mundo, sendo mais críticos tendo muito mais autonomia em suas ações.

domingo, 3 de outubro de 2010

VIVÊNCIAS DO QUARTO SEMESTRE

Através das interdisciplinas de história, seminário Integrador e Estudos Sociais,que nos mostrou como é importante resgatarmos a memória, lancei o seguinte desafio a meus alunos:Propus a eles que trouxessem um objeto ( foto, trabalhinho, etc. )da Escola de Educação Infantil, que eles frequentavam no ano anterior. Mandei para casa um bilhete no qual explicava a proposta a os pais, pois queria que o objeto tivesse algum valor sentimental. Foi maravilhoso, quase todos trouxeram .Ver aqueles olhinhos brilhando a cada momento que um deles mostrava o que trouxe e narrava os fatos me emocionou muito.
Essa postágem relata uma ação docente que vivênciei no curso de Pedagogia, e que venho propondo a meus alunos. Tenho primeiro ano, é a primeira etapa do Ensino Fundamental, o período de adaptação para algumas crianças é muito difícil e através dessa prática percebo que eles passam a compreender melhor esse processo. Percebendo que é normal sentir saldades. Mostro para eles uma caixa, na qual a denomino como " tesouros" nela contem todas as cartinhas que recebi das crianças que eram minhas alunas no ano anterior e que guardo com muito carinho, como o amor que sinto por elas.Fazendo com que eles percebam que o amor sempre ficará presente e que podemos visitar a escola, pois fica ao lado da nossa. Nesse mesmo ano confeccionamos brinquedos com sucatas e doamos a essa escolinha foi muito lindo esse reencontro. Acredito ser muito importante saber lidar com esse assunto, pois existe um vínculo entre essas crianças e a escolinha.
Através da Tecnologia podemos experiênciar o uso de ferramentas, no qual podemos construír nossa linha do tempo, resgatando nossa memória. São registros que ficarão para sempre, pois a foto estraga, os registros tecnológicos poderão acompanhar gerações. Poder fazer esse resgate com alunos deve ser maravilhoso, quando tiver alunos maiores quero propiciar esse tipo de trabalho.
http://www.xtimeline.com/timeline/MINHA-VIDA-ALINHAVADA-COM-A-TECNOGIA
Outro fato que acho de suma importância, é a interdisciplinaridade, mas a percebemos tão pouco nas escolas.Essa proposta vivênciei nesse curso e quando pude botei em prática. Quando fui desafiada em trabalhar Educação Artística, nas séries finais do ensino fundamental fizemos um trabalho muito bom, pois nos unimos português, História e artes, trazendo a proposta de estudarmos sobre Machado de Assis; no mesmo ano realizei um trabalho com a professora de inglês sobre o dia das bruxas, foi muito bom, pois os dois trabalhos motivaram as crianças a ir em busca de informações e construíram coisas maravilhosas a partir disso.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

PRIMEIROS PASSOS PARA FAMILIARIZAR-SE COM BLOG:

Em 2007, iniciamos as primeiras vivências de um Blog, eu não fazia a mínima do que se tratava, nunca havia ouvido falar sobre o assunto. Quando o professor nos explicou que se tratava de uma página onde podíamos relatar fatos, como se fosse um diário, achei muito interessante. Inicialmente as postágens eram dirigidas, onde nos cobravam algo para fazer, e fazíamos.
O primeiro Blog, foi feito coletivamente, criado pela professora de Artes Visuais, nele colocamos as reeleituras da obra, "As Meninas" de Diogo Valasquez; fizemos outro que era direcionado, onde respondíamos de acordo com questionamentos feitos em Seminário I; o próximo blog, tínhamos que procurar um assunto; televisão, jornal, etc, algo que nos chamasse atenção e fazer uma postágem; por último " Portifolio de aprendizagem", nele usamos para colocar as aprendizagens obtidas nas interdisciplinas, nossas angústias e nossas alegrias, como se fosse um diário, hoje o percebo dessa forma, um local onde podemos nos expressar, aprimorar a escrita.
Sermos autores e coautores da forma de ver e pensar o mundo.
Observando minhas postágens nos primeiros semestres percebo que consegui me aprimorar. Desenvolver melhor os assuntos, ter uma visão mais crítica sobre as coisas. Penso que as leituras feitas durante o percurso do curso, as trocas de saberes com as colegas, as aulas presenciais e a distância me ajudaram muito em todo esse processo.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A TECNOLOGIA

Iniciei o curso sem saber ligar o computador, nunca havia sentado na frente dessa máquina, Achei que não conseguiria aprender. Percebia esse instrumento como algo sem importância, sem propósito algum. Através do curso pude me dar conta, de o quanto podemos usá-la como aliada, vendo a tecnologia como uma ferramenta para ser explorada com imaginação,pois possui uma linguagem muito diferente. Hoje, tudo que o curso propõe, procuro desvendar para me aperfeiçoar cada vez mais, porque o professor precisa dispor desses recursos para promover aulas mais estimulantes, fazendo com que o aluno se motive a aprender.

sábado, 11 de setembro de 2010


REFLEXÃO SOBRE AS INTERDISCIPLINAS DO 1º SEMESTRE

Estava lendo minhas postágens e me dando conta de o quanto as interdisciplnas foram importantes para minha ação docente. Destaco três delas: Ludicidade, música e teatro. Trabalho com primeiro ano, essa faixa etária em questão precisa do movimento para a construção do conhecimento, não que nas outras séries não seja importante, mas nessa acredito que precise estar bem presente. Em 2007, foi o meu primeiro ano no ofício e também como universitária.Foram grandes desafios. Mas voltando ao assunto em questão, iniciei com uma segunda série, que hoje, devido a inclusão dos nove anos, é terseiro ano. Minhas aulas eram repletas de movimento, quando introduzi a multiplicação foi através de brincadeiras, pois a criança além de compreender o processo ela precisa assimilar as ditas tabuadas e era nesse momento que fazíamos brincadeiras, músicas referente a mesma. Por esse motivo a escola achou que meu perfil seria para primeiro ano, na época, não tinha experiência nenhuma, concordei. Hoje não entendo, cada vez mais fica provado a importância do lúdico para o desenvolvimento infantil e na prática, é totalmente diferente. Podemos introduzir tantas temáticas usando a música, a contação de história. O que é melhor de forma mais agradável, menos pesado.A criança acaba aprendendo nas brincadeiras. Essa semana contei a história de o porquê do Desfile Cívico, muitas crianças participam mas não sabem o que originou.Tenho umas gravuras bem coloridas que uso para explicar, através de uma contação de história eles passam a compreender, o ano que vem, quando chegar Setembro e for falado nesse assunto eles terão uma ideia do que seja, pois estão no primeiro ano, mas tenho certeza que não são mais leigos no assunto.

No semestre seguinte tive que aumentar minha carga horária e foi me oferecido Educação Artística, usei todo o conhecimento que adquiri com essas interdisciplinas e olha que meu trabalho foi até elogiado.Tenho certeza que jamais teria condições de aceitar essa proposta se não foce a base sólida do curso. Gosto muito do Teatro, podemos falar de vários assuntos desenvolvendo a expressão verbal, a criatividade, intrgração do grupo, a escrita, a leitura... A chei muito interessante o fato de fazermos esquetes a partir da ação, escrevendo o roteiro depois; a iniciação ao teatro. Foi nos passado um trabalho muito rico. O professor precisa adaptar na sua realidade escolar. Como meus alunos aida são muito pequenos realizei com eles pequenas esquetes, com o tema "Brincar" Estou organizando com eles um teatro, " O coelhinho que não queria estudar", é muito interessante, a história vem de encontro com a alfabetização, fase em que estão vivênciando no 1ºano. Temos um escript, mas tem surgido bastante transformações devido a sugestões partindo da turma.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

REFLEXÃO SOBRE AS INTERDISCIPLINAS DO 1º SEMESTRE

Estava lendo minhas postágens e me dando conta de o quanto as interdisciplnas foram importantes para minha ação docente. Destaco três delas: Ludicidade, música e teatro. Trabalho com primeiro ano, essa faixa etária em questão precisa do movimento para a construção do conhecimento, não que nas outras séries não seja importante, mas nessa acredito que precise estar bem presente. Em 2007, foi o meu primeiro ano no ofício e também como universitária.Foram grandes desafios. Mas voltando ao assunto em questão, iniciei com uma segunda série, que hoje, devido a inclusão dos nove anos, é terseiro ano. Minhas aulas eram repletas de movimento, quando introduzi a multiplicação foi através de brincadeiras, pois a criança além de compreender o processo ela precisa assimilar as ditas tabuadas e era nesse momento que fazíamos brincadeiras, músicas referente a mesma. Por esse motivo a escola achou que meu perfil seria para primeiro ano, na época, não tinha experiência nenhuma, concordei. Hoje não entendo, cada vez mais fica provado a importância do lúdico para o desenvolvimento infantil e na prática, é totalmente diferente. Podemos introduzir tantas temáticas usando a música, a contação de história. O que é melhor de forma mais agradável, menos pesado.A criança acaba aprendendo nas brincadeiras. Essa semana contei a história de o porquê do Desfile Cívico, muitas crianças participam mas não sabem o que originou.Tenho umas gravuras bem coloridas que uso para explicar, através de uma contação de história eles passam a compreender, o ano que vem, quando chegar Setembro e for falado nesse assunto eles terão uma ideia do que seja, pois estão no primeiro ano, mas tenho certeza que não são mais leigos no assunto. No semestre seguinte tive que aumentar minha carga horária e foi me oferecido Educação Artística, usei todo o conhecimento que adquiri com essas interdisciplinas e olha que meu trabalho foi até elogiado.Tenho certeza que jamais teria condições de aceitar essa proposta se não foce a base sólida do curso.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

RETA FINAL DO CURSO!

É uma sensação estranha, misturada com euforia, louca para que termine, mas ao mesmo tempo percebo que terei muitas saudades dessa etapa em minha vida, onde aprendi muito e fiz muitos amigos.
Quero trabalhar dois temas que acho de suma importância na educação:

1 PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

Essa questão mexe muito comigo, pois os pais muitas vezes são omissos, não se preocupam com a caminhada escolar de seu filho, me assusta muito quando essa percepção já se encontra presente no primeiro ano, onde é a primeira etapa do Ensino Fundamental. Eles não compreendem que a presença efetiva da família é fundamental para o sucesso escolar do discente.
Como tem pais que querem participar e encontram resistência na própria escola, permitindo sua presença apenas em horário marcado.
Penso que o primeiro ano tem um papel fundamental nessa questão fazendo com que a família se aproxime da escola, criando oportunidades, fazendo com que os pais se sintam parte desse contexto. Mostrando para a instituição escolar a importância deles no processo pedagógico.
A educação se constrói através do coletivo, esse tipo de vivência tivemos na trajetória do curso de Pedagogia. A construção do conhecimento engloba o comprometimento dos pais, da instituição, do professor e sem dúvida do aluno.

2 A APRENDIZAGEM É CONSTRUÍDA ATRAVÉS DE VIVÊNCIAS SIGNIFICATIVAS

Penso que o primeiro ano precisa ser repleto de vivências, pois a aprendizagem fica mais sólida quando o aluno faz parte desse contexto, interagindo com o objeto. Quanto mais movimento, mais aprendizado. Não vejo um ambiente que aguce, estimule o conhecimento quando as crianças passam a maior parte do tempo inerte, imóvel, sentadas . Criança calada não é sinal de que está entendendo, ela precisa interagir com os colegas, refletir, tomar uma posição diante a uma questão e não vejo como fazer isso, no silêncio. Como vivenciamos com as Arquiteturas Pedagógicas, onde estávamos em grupos, refletindo, questionando, sendo questionadas, a prendendo a respeitar a opinião do outro é dessa forma que aprendemos, tendo uma postura diante de uma situação. Precisamos desenvolver esse habito em nossos alunos, fazer com que eles aprendam a pensar por si mesmo, uma tomada de consciência, diante de uma situação, nesse momento estamos preparando nosso aluno para a vida, aprendendo a lutar pelos seus direitos, mas nunca deixando de respeitar o dos outros.

domingo, 22 de agosto de 2010

I Fórum Municipal de Informática:

Foi nos oferecido pela Secretaria Municipal de Sapiranga nos dias:17/08 e 18/08.
No primeiro dia 17/08, terça-feira, tivemos como palestrante o Sr Jarbas Novelino Barreto,
com o Tema: Em Educação a Era da Tecnologia é o Professo . Definiu a tecnologia como uma ferramenta para ser explorada com imaginação;que buscar informações exige desafios que engajem a pessoa no processo de busca ( tarefas interessantes, boas fontes);descobrir informações através da leitura e não pergunta objetiva, onde o aluno encontra fácil no google;Uma das falas que achei incrível e lembrou bem o processo pela qual esteve presente na nossa caminhada académica." A construção do conhecimento não é ato individual, mas empreendimento de muitos sócios"
No segundo dia 18/08, quarta-feira,tivemos abrilhantando a palestrante: Sr Regina de Oliveira Heidrich, com o Tema: Inclusão nas Escolas, utilizando a informática.Algumas de suas falas:
Inclusão é combinação, compreensão e envolvimento; a inclusão depende do comprometimento da escola na busca de soluções; a modificação não é somente nas istalações físicas, mas em todo o contexto escolar e principalmente nas atitudes das pessoas;
Pudemos conhecer pessoas que são epeciais, com sua história de conquista que muias vezes nós ditos normais não somos capazes de tal feito: Ex: Portador de Paralisia Cerebral, na universidade, uma pessoa cega tocando vários instrumentos.Foi uma lição de vida incrível.
Recursos usados para ajudá-los a avançar.Foi apresentado a parceria da Feevale, em projetos muito interessantes de inclusão.Foi falado das barreiras que inicia no próprio lar, depois na escola e se não bastasse, os pais dos colegas não aceitam o fato de seu filho participar de uma mesma classe onde exista uma criança especial.
Tivemos também nossa querida Carol, que falou dentre muitas coisas sobre o ambiente Rooda.
Um professor da UFRGS, falando dos cursos a distância e de sua credibilidade.
Tivemos oficinas e as escolas trouxeram um pouco do uso da tecnologia em seu meio.
Achei muito interessante, pois quando cheguei em um dos baners, não encontrei ninguém para falar sobre os mesmos de repente surgiu duas crianças bem pequenas falando muitas coisas de sua vivência, achei muito importante ouví-las e sem dúvida a mais interessante e criativa.

"A omissão é um pecado que se faz não fazendo"
" Pelo que fizeram se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos"
Padre Antônio Vieira

segunda-feira, 21 de junho de 2010

PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

Essa questão mexe muito comigo, pois os pais muitas vezes são omissos, não se preocupam com a caminhada escolar de seu filho, me assusta muito quando essa percepção já se encontra presente no primeiro ano, onde é a primeira etapa do Ensino Fundamental. Eles não compreendem que a presença efetiva da família é fundamental para o sucesso escolar do discente.
Como tem pais que querem participar e encontram resistência na própria escola, permitindo sua presença apenas em horário marcado.
Penso que o primeiro ano tem um papel fundamental nessa questão fazendo com que a família se aproxime da escola, criando oportunidades, fazendo com que os pais se sintam parte desse contexto. Mostrando para a instituição escolar a importância deles no processo pedagógico.
A educação se constrói através do coletivo, esse tipo de vivência tivemos na trajetória do curso de Pedagogia. A construção do conhecimento engloba o comprometimento dos pais, da instituição, do professor e sem dúvida do aluno.

domingo, 13 de junho de 2010

"a era tecnológica está cada vez mais fazendo com que o nosso aluno se interesse menos pela escola, pois ela está sempre muito fora da realidade"

Não devo ter me expressado bem, pois quis dizer que a escola não acompanha a Tecnologia, muitas vezes ao invés de usa la a favor do conhecimento ela proíbe.Um exemplo é o celular que segundo normas do regimento escolar não pode ser trazido para a aula. Mas é do interesse das crianças e jovens. Se foce utilizado para a construção da aprendizagem, seria um instrumento mais útil, pois todos sabem que é proibido, mas nem por isso deixam de usa lo.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

ESTÁGIO.......

Estava com muito medo das visitas, não que não acredite no meu trabalho, ou pense que não sou capaz, bem pelo contrario, amo muito o que faço, procuro fazer todos os cursos que o município nos disponibiliza e olha que não são poucos.Recentemente conclui um do Pró-Letramento em matemática de 180h, já havia feito o de português com a mesma carga horária. Acredito que o professor precisa se aperfeiçoar e se atualizar constantemente para fazer um bom trabalho com seus alunos.
Voltando a questão do estágio, penso que até foi bom as visitas, pois preciso sanar esse pânico e a professora e tutora foram muito queridas me deixando bem a vontade. Quando elas chegaram estava mesmo saindo do refeitório e indo para a horta levar as cascas de frutas consumidas pelos alunos. Respirei fundo, continuei minha aula como se elas não estivessem presentes, pois se me ativesse a esse fato, me atrapalharia toda e a aula seria um desastre nem meus alunos e nem a professora tem culpa do meu jeito, preciso procurar uma forma de me libertar desses medos e angustias, pois tem tanta gente que passa a vida toda insatisfeita com o seu trabalho e eu preciso agradecer muito, pois fui fazer magistério bem mais velha, depois de meus filhos grandes, iniciei a graduação no mesmo ano e sou realizada profissionalmente, não me vejo em outra profissão se não essa, que me encanta, me fascina e eu aprendo muito mais que ensino com a história de vida de meus alunos.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Que experiências essa palestra te mobilizou? O que pensaste sobre teu trabalho de estágio ao ouvir o palestrante?
Penso que apesar de ter muito o que aprender estou no caminho certo, propiciando ao meu aluno construir seu conhecimento através de vivências significativas. Por outro lado, me vendo como aluna, sou um verdadeiro desastre, não consigo refletir na linha de trabalho que acredito. Sei que já aprendi muito, mas a nível de uma universitária, me questiono muito. Procuro com meus alunos fazer com que eles aprendam a se posicionar, a refletir sobre as coisas. Acredito que não tive essa oportunidade quando estava cursando o ensino básico e isso está refletindo hoje. O palestrante falou bastante sobre isso, antigamente era bom aluno quem tirava boas notas, sempre priorizando a decoreba, hoje sabe-se que o conhecimento é adquirido passando por vários estágios, que nem sempre quem tira as melhores notas é o mais inteligente, o ser criativo conta muito, saber falar, escrever de forma contextualizada. Na minha época a linha pedagógica traçada era extremamente tradicional, onde o aluno não podia colocar seus pensamentos, sua forma de ver as coisas, só o que o professor dizia era certo. O mundo está passando por várias modificações, a era tecnológica está cada vez mais fazendo com que o nosso aluno se interesse menos pela escola, pois ela está sempre muito fora da realidade. Quando a educação ver com outros olhos a modernidade, não como empecilho, mas como aliada para a construção do aprendizado dos alunos teremos mais sucesso nessa jornada.

CONCURSO DE FOTOGRAFIAS


Foi muito divertido a seleção de fotos, as crianças queriam colocar todas, mas segundo o regulamento, poderia concorrer apenas uma por aluno. Eles ficaram encantadas com as teias de aranha, com o orvalho da manhã ficou bem visível. Sei que muitas fugiram ao tema que era A Sapiranga que eu vejo, mas não faz mal o importante é participar e eles estavam tão animados com a proposta. Minha turma já tinha uma certa experiência, pois des do início do ano estão tirando fotos de todas as aventuras do primeiro ano. Penso que foi muito bom para eles, lembro que no início do ano letivo, não sabiam nem segurar a máquina, hoje eles estão mais seguros e tirando fotos lindas! Tenho muito orgulho desses meus aluninhos.

domingo, 30 de maio de 2010

I V FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Tivemos no dia 29/05, sábado, com o tema: "A escola que encanta e transforma" uma palestra ministrada por Max G. Haetinger um grande educador que já trabalhou em várias áreas, mas que seu amor a educação falou mais alto.
Vou relatar algumas de suas falas:
__ Se produz educação através da amizade;
__ Eu entro na sala com o intuito de ensinar e vejo que aprendo muito mais;
__ Encantar na aprendizagem é fazer aquilo que o outro não espera, recebê-lo com algo novo;
__ O ser humano não evoluiu ao mesmo tempo, na mesma medida que a tecnologia;
__ Precisamos produzir uma escola para que no futuro seja um aluno para o futuro, acompanhando os avanços tecnológicos;
__ Uma escola que encanta é fazer que o aluno aprenda, não decore;
__ Reter o conhecimento colocando em prática a ação reflexão;
__ Sem integração a coisa não anda;
__ A cooperação como base das relações;
__ O afeto como base das relações pedagógicas;
__ A escola voltada ao lúdico, expressão, movimento e cultura;
__ Envolvimento, confiança e motivação;

Os Pilares da ação educativa:

movimento, conhecimento, valores e expressão

Uma das coisas que ele falou que me chamou bastante atenção, pois reforça meu ponto de vista é que a criança precisa experiênciar para aprender.Ele fez até um questionamento: A educação infantil é uma escola que encanta, o porquê da mudança, a partir do ensino fundamental, a criança precisa do movimento, da livre expressão, de vivências significativas e não aquela aula tradicional, onde existe apenas o quadro negro, cheios de explicações que o aluno não compreende, pois não é dado a oportunidade de interagir com o objeto, vivenciar para construir esse conhecimento.

domingo, 23 de maio de 2010

VIVÊNCIAS COM A TECNOLOGIA



Olha que lindo esse fotógrafo!

Fomos fazer uma visita de estudos na Cetrisa ( Usina de Reciclagem de Lixo de Sapiranga )nesse sábado, dia22/05. Foi os alunos e os familiares, queria que as crianças observassem o que é feito com o lixo que sai de suas casas, bem como, a separação correta do mesmo. Foi muito bom, aprendemos muita coisa interessante.

Escrevi minha turma em um concurso de fotografias, que a prefeitura está promovendo, do primeiro ano ao quinto ano,tendo como mentora do projeto nossa colega Geovana. Essa foto foi o Kauã quem bateu, foi uma festa, tiraram fotos de tudo que viram, deixei bem livre, eles acharam teias de aranhas e as fotografaram, mas o que mais chamou a atenção deles e não deixaram de registrar foi os filhotes de cachorrinhos e o cavalo. As crianças queriam levar os filhotes para casa, a pessoa que nos atendeu falou ser bem comum o abandono desses animais no local.

domingo, 16 de maio de 2010

COMO ME SINTO:

Estava muito tensa pelo fato de ter visita, não que não acredite no que faço, bem pelo contrário, tudo o que desenvolvo com meus alunos reflete no que acredito e gostaria que os professores seguissem mais por essa linha. Sei que preciso aprender muito , mas tenho muita pena de classes que passam o ano todo sentados, como estátuas olhando para o quadro sem experiênciar nada, principalmente quando a turma em questão é de primeiro ano. Sou muito criticada, pois falam que é " besteira", que os meus alunos não compreendem". Não concordo, e não vou mudar minha forma de agir e pensar, pois amo o que faço.
Quando a professora Ana, chegou, fiquei muito nervosa, não sei o que acontece, participei até de um grupo de ajuda, para ver se conseguia encontrar um equilíbrio, pouco melhorei nessa questão. Lembro que durante o estágio no magistério a professora vendo o pânico que tinha com sua presença, acompanhou meu trabalho da janela.Depois é que entrava, ela disse que eu era outra pessoa, sozinha, não apresentava nenhuma insegurança em relação ao conteúdo e as crianças. Gostaria muito de "levar na esportiva", como muitos falam, mas não consigo, é mais forte que eu, quem sabe, com os anos de experiência, isso mude, espero.

terça-feira, 11 de maio de 2010

SESSÃO DE FOTOS

Vou promover uma sessão de fotos onde no primeiro momento faremos apenas na turma, onde todos serão fotografados e fotografarão. Depois dessa conquista,ex tenderemos para a escola, onde os outros alunos poderão se inscrever e escolher até o fotografo.Meus alunos são quase profissionais, de tanto interagirem, já podem seguir o o ofício. Com o apoio da novela então, todos querem ser fotógrafos. Tenho certeza que será muito divertido.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

EXPERIÊNCIAS COM A TECNILOGIA

As crianças estão adorando poder tirar fotos, filmar. A maioria das crianças nunca tinha pego na mão uma câmara digital, é uma festa.! Ontem, as crianças formaram a palavra "mãe" e adivinha quem é o M, a professora. Tenho até uma lista onde está o controle de quem é a vez de tirar foto, filmar. Bom, voltando ao assunto, a colega Chaiane tirou a foto só que ela cortou a cabeça da prof. Na segunda tentativa deu certo. Tudo que vamos fazer, eles querem registrar. Uma professora brincou. Compra uma máquina para cada um que esta resolvido o problema.

terça-feira, 4 de maio de 2010

FALANDO NA TECNOLOGIA

Confesso que está bem complicado essa interação da tecnologia, mas bem divertido também, pois estou sempre com a câmera digital na mão, todos querem tira fotos.Logo depois da visita ao Centro Ambiental, entrevistei duas mães que foram no passeio e meu aluno Natan, filmou, o único problema foi que ele largou o botão e aparece somente o início da entrevista.
Cada um tem a sua página, onde tem momentos que é feito individualmente e em outros com a família. Hoje as crianças fizeram no Point, o cartão para as mães, ( desenho e escrita espontânea)
Percebo que tenho conseguido auxiliar melhor meus alunos e até conquistei uma certa autonomia.
Como essas reflexões estão te ajudando a pensar na tua proposta e planejamento?

Que a criança precisa bem mais que apenas socializar-se ou desenvolver habilidades, ela precisa de vivências significativas, onde possa construir seu conhecimento através da ação.
Procuro em meus projetos fazer com que meus alunos interaja com o que quero que eles compreendam. Levei o grupo e a família no Centro Ambiental para que eles observassem a riqueza daquele lugar. Para que eles compreendam o que é lixo orgânico, nos construímos uma composteira, onde todos os dias recolhemos as cascas da cozinha e levamos para a compostagem, quero que eles percebam o que acontece com esse material, porque não devemos colocá-lo no lixo e sim no quintal. Eles estão acompanhando o desenvolvimento do feijão, onde eles fizeram a experiência, quero que eles percebam o que está acontecendo. Quero levá los para a Usina de Reciclagem (criança e familiares ) para que possamos realmente nos preocupar com o meio ambiente, que as famílias possam perceber que em pequenas ações podemos salvar nosso planeta. Fizemos um caderno de receitas para presentear as mães com receitas fornecidas pelo Centro Ambiental. Quero convidar uma nutricionista para que dê uma palestra para as crianças e familiares sobre alimentação. Enfim, que as crianças aprendam interagindo com o meio, é nisso que acredito.

ESTAMOS SEMPRE APRENDENDO...

"A educação é um mundo sem fronteiras en que aprendemos e ensinamos, mas a caminhada é de cada um e não tem atalhos" ( Luis Carlos de Meneses, físico e educador, Nova Escola, abril )
Quando li essa frase na revista fiquei encantada, pois ela reflete o nosso cotidiano.
Como é importante a troca de vivências para nossa profissão.Com o trabalho que venho desenvolvendo onde a família está ativamento comprometida com o desenvolvimento de seus filhos, cada vez que nos encontramos aprendo coisas novas, exemplos de vida e muitas vezes de superação, pois tu passas a conhecer mais o meio onde seu aluno está inserido e muitas vezes compreender algumas atitudes positivas e até mesmo negativas.Tenho procurado fazer com que essa parceria melhore o convívio das crianças nesse lar. Muitas vezes as coisas não ficam bem resolvidas por falta de diálogo. As vezes saber ouvir o outro, procurando ajudá-lo a perceber que podemos ir por outros caminhos. Essa integração família e escola está fortalecendo os laços de amizade.Pessoas que iam levar seu filho, sobrinho, neto, até a escola, que mal se conheciam, hoje estão tendo a oportunidade de trocar saberes de se conhecerem melhor e poder até mesmo estabelecer uma maior participação dentro da comunidade. Com essa postura podemos ajudar pessoas que não conhecemos, mas que é morador nesse bairro e que mesmo que não tenha filhos perceba a escola não apenas como uma instituição que ensina, mas bem mais que isso, que forma cidadãos, menos egoístas e mais solidários.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ATÉ QUE PONTO A TECNOLOGIA É REALMENTE UMA FERRAMENTA QUE AJUDARÁ O PROFESSOR NA AÇÃO DOCENTE:

Estou achando muito importante o conhecimento que estamos tendo nessa área, mas me questiono, em que realidade escolar podemos te-la permanente.Para as crianças alfabetizadas, acredito que seja muito importante, mas introduzi la aos poucos.Não adianta termos presente um recurso que será usado apenas pelos professores, que objetivo estou querendo com meu aluno se planejo uma aula no qual quero que eles com as fotos de suas famílias, partindo de sua realidade compreenda as diferentes formações familiares, que aprenda a conviver e respeitar, se vou ter que ir para a informática fazer um mosaico, onde o professor fará e os alunos somente observarão. A criança precisa interagir com o meio. Concordo plenamente que as aulas precisam ser inovadoras, estimulantes, mas precisamos nos adequar a clientela em questão.Os últimos dois anos minhas turmas tiveram sua página, onde tudo o que fazíamos ia para lá.Foi muito interessante porque teve um ano que meu aluno contou que seus avós acompanhavam o que acontecia pela página, era uma forma de aproximação maior, pois tinham bastante assunto. Quero deixar bem claro que acho maravilhoso a interação da tecnologia na escola, mas não imposta, onde ao invés de trazer uma nova forma de inovação vai frustrar a tal ponto o professor que ele só vai fazer uso no momento que é cobrado.Tenho certeza que não é esse o objetivo do curso.

sábado, 17 de abril de 2010

VISITA NO CENTRO AMBIENTAL, COM A FAMÍLIA DA TURMA:






Foi muito bom, na foto não aparece todos, mas foram 15 adultos e 14 crianças, um número bastante esprecivo, sendo que a turma é composta por 25 crianças.


Os pais estão comprometidos com a proposta da participação efetiva da família na vida escolar dos filhos.
BONECO ONDE SÃO ARMAZENADAS AS PILHAS

Tenho certeza que tudo que esse grupo vivenciou jamais esquecerá, eles puderam conhecer o Relógio Medicinal, as plantas nativas e exóticas do lugar, esperimentar o patê feito de ervas e o delicioso suco de Capim Cidró. as estufas, o minhocário, a composteira, o destino do óleo de cozinha e as pilhas, o perigo ao jogá-los na natureza, a importância da alimentação saudável.










sábado, 10 de abril de 2010

CONFLITO DE IDEIAS SOBRE A CONSTRUÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM NO PRIMEIRO ANO:

Penso que está sendo muito equivocado, pois tem profissionais que estão confundindo o primeiro ano com a Pré- escola, que se encontra na Educação Infantil, como tem outros que estão agindo como se nada estivesse mudado na construção do ensino aprendizagem dessa etapa.
Acredito que o primeiro ano foi ciclado, onde as crianças possuem dois anos para se preparar para completar o processo da leitura e escrita. Não podemos pensar que nessa fase as crianças precisem apenas se socializar na nova escola, essa opinião presencio frequentemente.A socializão, precisa ser vivenciada em todos os anos escolares, pois os alunos deparam-se com diferentes realidades todos os anos: professor novo, colegas novos, etc.
O lúdico, deve estar presente,através do brincar a criança vai construíndo muitos valores importantes para seu crescimento tanto o cognitivo, como o afetivo, com as brincadeiras elas passam a compreender muitas coisas e o professor quando observa atentamente seu aluno consegue perceber muitos bloqueios e atitudes da criança no grupo, desvendados numa inocente brincadeira. Vivências significativas,;o concreto precisa estar presente, pois eles ainda não conseguem abstrair.É onde o aluno descobre o mundo letrado de forma menos pesada, mais gostosa e sem muita cobrança.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

COMO ME VEJO DIANTE DA CAMINHADA DA FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO DE SEUS FILHOS

Tenho aprendido muito em cada momento que proponho algo com os familiares. Como é importante deixar que eles se envolvam com a proposta.Os pais tem ajudado a fazer com que as crianças que não tem ninguém presente nos encontros se sintam importantes, pois estão adotando esses pequenos em muitos momentos.Semana que vem vamos confeccionar os bonecos do Alfabeto móvel, onde aproveitando a ideia do professor Crediné,vamos fazê-los para que eles no termino do ano letivo levem para casa e como sempre falta letras, pois temos apenas uma por criança e tem palavras que possuem duas vezes a mesma letra, vai ficar bem melhor.Sábado dia 17/04, iremos para o Centro Ambiental, quero que a família perceba a importância da alimentação saudável e que surja o interesse de fazer canteiro em casa.
Penso que podemos fazer bem mais,perceber as necessidades da comunidade e o povo unido buscar soluções para o bem comum. Ás vezes um conflito entre vizinhos, pode ser resolvido através do diálogo. Falar de vários assuntos que vá ajudá los a entender que eles podem fazer muito, basta acreditar. Os pais precisam perceber a escola, como uma forma de mudança de vida para seus filhos, conquistas profissionais, sonho de ter sua casa, não precisando depender de aluguel, ter objetivos, ir em busca com sabedoria e humildade.

quinta-feira, 25 de março de 2010

iNTERÇÃO DA FAMÍLIA NA VIDA ESCOLAR DA CRIANÇA:

Procuro desenvolver meu trabalho tentando resgatar a família, o papel dela na educação de seus filhos.
Penso que precisamos promover meios que os pais se façam presentes na escola, que vejam a escola não como uma instituição fechada, mas sim, o local que dará suporte para seus filhos, além da parte cognitiva, crescerem como seres humanos capazes de respeitar o outro como gostariam de ser respeitados.
Existe famílias, que acabam sendo constituida com alicerce fraco, sem uma base fundamental para cuidar da educação de uma criança.Com a vida corrida e desmotivados com a falta de oportunidade, percebem a escola como perda de tempo, como não tiveram estímulo por parte de seus pais acabam repetindo com seus filhos os mesmos erros.
O ano passado fiquei muito feliz com o relato de uma mãe:" Professora, preciso me mudar, mas não queria fazer isso e deixar a horta que minha filha e seus coleguinhas fizeram para mim"A valorização,o amor que essas famílias depositam é muito especial, precisamos dar um tempo para os conteúdos e ensinar a nossos alunos um pouco de cidadania, civilidade, para que amanha possamos nos orgulhar de nosso trabalho.
Um dia uma professora vendo a forma que trabalho me perguntou "quando eu ensino"fiquei muito revoltada.
Sei que minha caminhada é muito curta, não tenho experiência o suficiente para avaliar meu trabalho, mas uma coisa é certa eu acredito muito em tudo o que faço.

sábado, 20 de março de 2010

Reflexões sobre a caminhada universitária:

Esse curso de Pedagogia está sendo muito bom, pois tenho aprendido muitas coisas importantes tanto para minha vida pessoal como para a profissional.
Tudo foi muito rápido , no ano de 2007, fui nomeada para a docensia, no município de Sapiranga,logo depois, a oportunidade de fazer uma universidade, pois não tinha nenhuma expectativa quanto a isso devido a questões financeiras.
Foi um ano cheio de desafios, porque depois de muito tempo voltei a estudar, a tecnologia que na época não sabia nem ligar o computador e por último aprender o ofício da profissão, pois por mais que temos formação, onde eu pessoalmente tive professores maravilhosos no magistério e no curso em questão é no dia a dia é que faz com que adquirimos experiência.
As expectativas são grandes nessa reta final.Nossa parece que foi ontem que iniciamos!
Esse curso nos remete a desafios, a inovar sem medo de errar.Acredito muito nessa proposta o professor não pode ficar acomodado na mesmice, penso que quanto mais coisas novas que propiciamos a nossos alunos mais teremos discentes motivados a ir em busca de soluções, não esperando pelo professor, tendo iniciativa, desenvolvendo a criticidade, o espírito de competição saudável. Precisamos mudar essa sociedade individualista, que pensa somente em .Penso que o professor tem muita força plantando a sementinha, para que amanhã colhemos frutos que vão mudar e respeitar o ser humano como um todo.
Tenho procurado desenvolver um trabalho com a participação efetiva da família, pois acredito que essa união pode trazer muito benefício para resgatarmos muitos valores que se encontram perdidos.Por mais que saibamos que a educação teria que vir de casa, o professor não pode se omitir diante da realidade vivida pelos seus alunos.
Nas reflexões sobre o planejamento,pude conhecer os grandes pedagogos,Maria Montessori que propunha uma educação mais individualizada, focada na criança, com o uso do material concreto.
e Celestíno Freinet,que prima por uma pedagogia social, onde a escola forma cidadãos para o trabalho livre e criativo.
Acredito muito que para termos uma educação de qualidade precisa ser emergida de vivências significativas, onde o educando construa seu conhecimento através da ação, sendo parte atuante nesse processo.