segunda-feira, 21 de junho de 2010

PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

Essa questão mexe muito comigo, pois os pais muitas vezes são omissos, não se preocupam com a caminhada escolar de seu filho, me assusta muito quando essa percepção já se encontra presente no primeiro ano, onde é a primeira etapa do Ensino Fundamental. Eles não compreendem que a presença efetiva da família é fundamental para o sucesso escolar do discente.
Como tem pais que querem participar e encontram resistência na própria escola, permitindo sua presença apenas em horário marcado.
Penso que o primeiro ano tem um papel fundamental nessa questão fazendo com que a família se aproxime da escola, criando oportunidades, fazendo com que os pais se sintam parte desse contexto. Mostrando para a instituição escolar a importância deles no processo pedagógico.
A educação se constrói através do coletivo, esse tipo de vivência tivemos na trajetória do curso de Pedagogia. A construção do conhecimento engloba o comprometimento dos pais, da instituição, do professor e sem dúvida do aluno.

domingo, 13 de junho de 2010

"a era tecnológica está cada vez mais fazendo com que o nosso aluno se interesse menos pela escola, pois ela está sempre muito fora da realidade"

Não devo ter me expressado bem, pois quis dizer que a escola não acompanha a Tecnologia, muitas vezes ao invés de usa la a favor do conhecimento ela proíbe.Um exemplo é o celular que segundo normas do regimento escolar não pode ser trazido para a aula. Mas é do interesse das crianças e jovens. Se foce utilizado para a construção da aprendizagem, seria um instrumento mais útil, pois todos sabem que é proibido, mas nem por isso deixam de usa lo.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

ESTÁGIO.......

Estava com muito medo das visitas, não que não acredite no meu trabalho, ou pense que não sou capaz, bem pelo contrario, amo muito o que faço, procuro fazer todos os cursos que o município nos disponibiliza e olha que não são poucos.Recentemente conclui um do Pró-Letramento em matemática de 180h, já havia feito o de português com a mesma carga horária. Acredito que o professor precisa se aperfeiçoar e se atualizar constantemente para fazer um bom trabalho com seus alunos.
Voltando a questão do estágio, penso que até foi bom as visitas, pois preciso sanar esse pânico e a professora e tutora foram muito queridas me deixando bem a vontade. Quando elas chegaram estava mesmo saindo do refeitório e indo para a horta levar as cascas de frutas consumidas pelos alunos. Respirei fundo, continuei minha aula como se elas não estivessem presentes, pois se me ativesse a esse fato, me atrapalharia toda e a aula seria um desastre nem meus alunos e nem a professora tem culpa do meu jeito, preciso procurar uma forma de me libertar desses medos e angustias, pois tem tanta gente que passa a vida toda insatisfeita com o seu trabalho e eu preciso agradecer muito, pois fui fazer magistério bem mais velha, depois de meus filhos grandes, iniciei a graduação no mesmo ano e sou realizada profissionalmente, não me vejo em outra profissão se não essa, que me encanta, me fascina e eu aprendo muito mais que ensino com a história de vida de meus alunos.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Que experiências essa palestra te mobilizou? O que pensaste sobre teu trabalho de estágio ao ouvir o palestrante?
Penso que apesar de ter muito o que aprender estou no caminho certo, propiciando ao meu aluno construir seu conhecimento através de vivências significativas. Por outro lado, me vendo como aluna, sou um verdadeiro desastre, não consigo refletir na linha de trabalho que acredito. Sei que já aprendi muito, mas a nível de uma universitária, me questiono muito. Procuro com meus alunos fazer com que eles aprendam a se posicionar, a refletir sobre as coisas. Acredito que não tive essa oportunidade quando estava cursando o ensino básico e isso está refletindo hoje. O palestrante falou bastante sobre isso, antigamente era bom aluno quem tirava boas notas, sempre priorizando a decoreba, hoje sabe-se que o conhecimento é adquirido passando por vários estágios, que nem sempre quem tira as melhores notas é o mais inteligente, o ser criativo conta muito, saber falar, escrever de forma contextualizada. Na minha época a linha pedagógica traçada era extremamente tradicional, onde o aluno não podia colocar seus pensamentos, sua forma de ver as coisas, só o que o professor dizia era certo. O mundo está passando por várias modificações, a era tecnológica está cada vez mais fazendo com que o nosso aluno se interesse menos pela escola, pois ela está sempre muito fora da realidade. Quando a educação ver com outros olhos a modernidade, não como empecilho, mas como aliada para a construção do aprendizado dos alunos teremos mais sucesso nessa jornada.

CONCURSO DE FOTOGRAFIAS


Foi muito divertido a seleção de fotos, as crianças queriam colocar todas, mas segundo o regulamento, poderia concorrer apenas uma por aluno. Eles ficaram encantadas com as teias de aranha, com o orvalho da manhã ficou bem visível. Sei que muitas fugiram ao tema que era A Sapiranga que eu vejo, mas não faz mal o importante é participar e eles estavam tão animados com a proposta. Minha turma já tinha uma certa experiência, pois des do início do ano estão tirando fotos de todas as aventuras do primeiro ano. Penso que foi muito bom para eles, lembro que no início do ano letivo, não sabiam nem segurar a máquina, hoje eles estão mais seguros e tirando fotos lindas! Tenho muito orgulho desses meus aluninhos.

domingo, 30 de maio de 2010

I V FÓRUM MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Tivemos no dia 29/05, sábado, com o tema: "A escola que encanta e transforma" uma palestra ministrada por Max G. Haetinger um grande educador que já trabalhou em várias áreas, mas que seu amor a educação falou mais alto.
Vou relatar algumas de suas falas:
__ Se produz educação através da amizade;
__ Eu entro na sala com o intuito de ensinar e vejo que aprendo muito mais;
__ Encantar na aprendizagem é fazer aquilo que o outro não espera, recebê-lo com algo novo;
__ O ser humano não evoluiu ao mesmo tempo, na mesma medida que a tecnologia;
__ Precisamos produzir uma escola para que no futuro seja um aluno para o futuro, acompanhando os avanços tecnológicos;
__ Uma escola que encanta é fazer que o aluno aprenda, não decore;
__ Reter o conhecimento colocando em prática a ação reflexão;
__ Sem integração a coisa não anda;
__ A cooperação como base das relações;
__ O afeto como base das relações pedagógicas;
__ A escola voltada ao lúdico, expressão, movimento e cultura;
__ Envolvimento, confiança e motivação;

Os Pilares da ação educativa:

movimento, conhecimento, valores e expressão

Uma das coisas que ele falou que me chamou bastante atenção, pois reforça meu ponto de vista é que a criança precisa experiênciar para aprender.Ele fez até um questionamento: A educação infantil é uma escola que encanta, o porquê da mudança, a partir do ensino fundamental, a criança precisa do movimento, da livre expressão, de vivências significativas e não aquela aula tradicional, onde existe apenas o quadro negro, cheios de explicações que o aluno não compreende, pois não é dado a oportunidade de interagir com o objeto, vivenciar para construir esse conhecimento.

domingo, 23 de maio de 2010

VIVÊNCIAS COM A TECNOLOGIA



Olha que lindo esse fotógrafo!

Fomos fazer uma visita de estudos na Cetrisa ( Usina de Reciclagem de Lixo de Sapiranga )nesse sábado, dia22/05. Foi os alunos e os familiares, queria que as crianças observassem o que é feito com o lixo que sai de suas casas, bem como, a separação correta do mesmo. Foi muito bom, aprendemos muita coisa interessante.

Escrevi minha turma em um concurso de fotografias, que a prefeitura está promovendo, do primeiro ano ao quinto ano,tendo como mentora do projeto nossa colega Geovana. Essa foto foi o Kauã quem bateu, foi uma festa, tiraram fotos de tudo que viram, deixei bem livre, eles acharam teias de aranhas e as fotografaram, mas o que mais chamou a atenção deles e não deixaram de registrar foi os filhotes de cachorrinhos e o cavalo. As crianças queriam levar os filhotes para casa, a pessoa que nos atendeu falou ser bem comum o abandono desses animais no local.